segunda-feira, 21 de março de 2011

Sem muito a dizer deixo minhas primeiras palavras, e minhas gotas de sangue...


Melancolicamente sem sentido
Ela se foi
A vida sempre foi assim

Diga-me o sentido dela
Responda-me porque temer?
Não sabia se ria ou chorava

Por que a decepção chocava
Desmoronava terras
Destruía espaços

As esperanças de uma jovem em pedaços
Ainda me lembro do seu sorriso
Inquieto e Obscuro

Maldade, Crueldade
Amor, Paz
Sempre me deixou com incógnitas em mente

Ela era diferente
Até o dia em que buscou calma e paciência
E se perdeu

Olhar para frente é difícil
Imagine olhar para trás
As longas esperanças de uma família
Deformadas na fumaça

A desgraça que ainda parece estar por aqui
Um dia, outro dia
Sorriu-me

Rodrigo Almeida
 

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